Em voga nos dias de hoje pelos jovens pais, permite através do uso das técnicas e do ensinamento do Yoga, criar uma atmosfera de suporte e carinho para pais e bebés, aumentando desta forma a ligação entre eles, com base na construção de uma relação de confiança e segurança e ajudando o bebé no seu desenvolvimento físico e emocional.
O Yoga para bebés é extremamente benéfico para a saúde e assenta em três bases: movimento, equilíbrio e relaxamento. Esta aliança irá permitir que o corpo se desenvolva para atingir o seu potencial máximo, desenvolvendo as capacidades do bebé, para o ajudar a superar futuros desafios e fortalecer a sua individualidade.
Benefícios da prática de yoga no bebé
- Alinhamento do corpo e ajuda no equilíbrio;
- Fortalecimento da estrutura básica do corpo;
- Cuida do pescoço, ombros e ancas;
- Ajuda a lidar com algumas complicações, tais como, hiperactividade, reflexo de sucção, regurgitação, entre outras;
- Estimula e relaxa o bebé;
- Ajuda a desenvolver a motricidade;
- Encoraja o bebé a efectuar movimentos espontâneos;
- Melhora a digestão e alivia as cólicas;
- Melhora a qualidade do sono;
- Estimula todos os sentidos do corpo humano (visão, tacto, olfacto, paladar e audição);
- A estimulação táctil desta prática, irá contribuir ainda para o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso central, assim como ajudará a equilibrar e harmonizar todos os sistemas corporais.
Como se estrutura de uma aula de Yoga para bebés
Como em todas as artes, o Yoga tem o seu preceito, sendo que estas aulas se estruturam da seguinte forma:
- Pedido de autorização ao bebé;
- Massagem seca (aquecimento);
- Sequência de movimentos acompanhados de música (braços, pernas, tronco, pélvis, coluna);
- Música para finalizar a aula;
- Relaxamento final (que ensina o bebé a acalmar e equilibrar a aula contrapondo, aparente inactividade à actividade intensa).

Se for o método Russo, ultimamente muito utilizado em Israel, o relaxamento da criança e a interacção com os pais é MEDONHA!
Mas espero que por este país seja realmente como o artigo refere, pois se não for assim, tenho realmente muita pena das crianças, mas principalmente dos pais por serem tão, e desculpem a expressão mas é a única que me ocorre, BURROS!